quarta-feira, 29 de agosto de 2012

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Leitura recomendada

 

ASombraDoVentoA Sombra do Vento de Carlos Ruiz Zafón.

Um livro fantástico, de leitura extremamente agradável – li, durante as férias de julho, suas 464 em cinco dias.

Dele extraí algumas citações, que transcrevo a seguir.

Para informações mais detalhadas, consulte http://natrilhadoslivros.blogspot.com.br/2010/09/sombra-do-vento.html 

 

 

  • “Cada livro, cada volume que você vê, tem alma. A alma de quem o escreveu, a alma dos que o leram, que viveram e sonharam com ele. Cada vez que um livro muda de mãos, cada vez que alguém passa os olhos pelas suas páginas, seu espírito cresce e a pessoa se fortalece.”
  • “Nunca confie em ninguém, especialmente em relação às pessoas que você admira. Serão essas que irão desfechar os piores golpes.”
  • “Presentes são dados pelo prazer de quem presenteia, não pelo mérito de quem recebe.”
  • “Nós existimos enquanto alguém se lembra de nós.”
  • “As palavras com que envenenamos o coração de um filho, por mesquinharia ou ignorância, ficam guardadas na memória e mais cedo ou mais tarde lhe queimam a alma.”
  • “Alguém disse uma vez que na hora em que se pára para pensar se gosta de alguém, já se deixou de gostar da pessoa para sempre.”
  • “Os livros são espelhos: neles só se vê o que possuímos dentro.”
  • “Quem ama de verdade ama em silêncio, com fatos, e não com palavras.”
  • “A espera é a ferrugem da alma.”
  • “É curioso como julgamos os demais e não percebemos o quão miserável é o nosso desprezo até eles nos faltarem, até serem tirados de nós. São tirados de nós porque nunca foram nossos … “

sexta-feira, 1 de junho de 2012

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Fazendo o dinheiro circular

 

Um viajante chega numa cidade e entra num pequeno hotel. Na recepção, entrega duas notas de R$ 100,00 e pede para ver um quarto.

Enquanto o viajante inspeciona os quartos, o gerente do hotel sai correndo com as duas notas de R$ 100,00 e vai até o açougue pagar suas dívidas com o açougueiro.

Este pega as duas notas e vai até um criador de suínos a quem, coincidentemente, também deve R$ 200,00 e quita a dívida.

O criador, por sua vez, pega também as duas notas e corre ao veterinário para liquidar uma dívida de R$ 200,00.

O veterinário, com as duas notas em mãos, vai até a farmácia quitar a sua dívida que coincidentemente era de R$ 200,00.

O dono da farmácia sai com o dinheiro em direção ao hotel, lugar onde, às vezes, se hospeda e que ultimamente não havia pago pelas acomodações. Valor total da dívida: R$ 200,00. Ele avisa ao gerente que está pagando a conta e coloca as notas em cima do balcão.

Nesse momento, o viajante retorna dos quartos e diz não ser o que esperava, pega as duas notas de volta, agradece e sai do hotel.

Ninguém ganhou ou gastou um centavo; porém, agora, toda a cidade vive sem dívidas, com o crédito restaurado e começa a ver o futuro com confiança!

MORAL DA HISTÓRIA: NÃO QUEIRA ENTENDER ECONOMIA!

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Aula de Matemática

 

AulaDeMat

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